O Preço

Uma Space Opera de A.J. Perez

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A nave Banshee pré-guerra estremeceu ao entrar na atmosfera. O alarme seco ecoava pelos corredores da nave Relicário, enquanto as luzes alaranjadas dançavam nos painéis.

sistemas de refreamento ativados” – sentenciou uma voz feminina metálica.

A estrutura rangia, gritando como um animal abatido enquanto os flaps reduziam drasticamente a descida.

propulsores inversos ativados”

Um impacto violento acertou a carcaça na espaçonave quando as turbinas na parte inferior dela se ativaram.

Yeahhhh! Isso que é uma reentrada! – gritou um homem com chapéu de cowboy.

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Carcosa – Mythos (+18 Versão Estendida)

Um Conto de Horror Cósmico, por A.J. Perez

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*ATENÇÃO; esse conto contem trechos de VIOLÊNCIA EXTREMA, se você for uma pessoa sensível ou facilmente impressionável não recomendamos que leia o texto a seguir. Lembramos que o Blog assim como o autor desse texto NÃO compactuam com qualquer tipo de violência ou abuso. Essa é uma obra de ficção, qualquer semelhança com situações reais ou pessoas vivas ou mortas é uma infortuna coincidência.

“Para Robert W. Chambers, esteja onde estiver sei que estará com Hastur. Minhas lembranças ao Rei.”

Mariposas dançavam em uma espiral mítica ao redor de de uma velha lâmpada incandescente, formando uma conjuração profana há muito já esquecida pelos que não andam nas sombras do mundo. Os mesmos homens e mulheres tolos que não tem conhecimento da verdade, da maldita e aterradora realidade que os cerca em silêncio e um dia irá tragá-los em um turbilhão negro de horror…

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A Queda

Um Conto de A.J. Perez

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O gigantesco cruzador Thunder-Flame de 5ª Geração da A.G.F. irrompeu na órbita do planeta Khaidenar VI no sistema Obalarion segundos depois de ter alcançado aceleração FTL.

Tamanha velocidade na resposta do pedido de socorro da colônia veio graças ao cruzador estar em translado a poucos milhares de quilômetros dali. Caso estivesse muito distante, precisaria se utilizar de um dos portais de transdobra-temporal para romper o espaço-tempo e chegar ali o mais rápido que pudesse como os protocolos de segurança mandavam.

Assim que a espaçonave desacelerou, os computadores de bordo trataram de liberar a crioestasis da tripulação. As comportas se abriram no instante em que a descarga de adrenalina foi injetada remotamente em todos os tripulantes, os acordando aos solavancos. Aquela era a única maneira de viajar a velocidades próximas ou superiores
à da luz e sobreviver uma vez que a radiação no espaço era demasiadamente alta.

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Princesa Infernal [Parte 7] – A Última Calmaria

Escrito por: A.J. Perez

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Princesa Infernal – Capítulo 7: A Última Calmaria

— Bem, eu não faço ideia de como era o seu quarto no inferno, mas acho que isso vai servir. —  Ágape olhou atentamente para ela buscando mais informações da garota.

O quarto era simples. Possuía uma cama de solteiro, uma escrivaninha e um guarda roupas velho.

— Vai servir. —  Respondeu Samirah com um sorrido comedido.

Ágape se sentou na cama e a encarou. Não uma encarada de intimidação, era mais curiosidade do que qualquer outra coisa.

—  Então… você tinha um quarto no inferno? Quer dizer, você tinha uma casa ou algo assim?

—  Sim, —  respondeu a princesa pensativa —  eu tinha uma, —  ela ponderou — casa.

—  Como era?

— A maioria dos anjos caídos e seus descendentes moram em palácios ou mansões.

A jovem negra arregalou os olhos surpresa.

—  Achei que o inferno era mais… caótico, talvez… algo como cavernas.

— Temos cavernas mas só os animais vivem nelas.

—  Existem animais no inferno?

—  Sim…

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Princesa Infernal [Parte 6] – Lar, Amargo Lar…

Escrito por: A.J. Perez

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Princesa Infernal – Capítulo 6: Lar, amargo lar…

Era fim de tarde e o sol morria sangrando no horizonte sobre o lago de águas turvas.

O carro encostou na frente da velha casa de madeira a alguns metros de um pequeno trapiche.

Samirah já tinha ouvido falar sobre o pôr do sol e a noite, mas ver o efeito pela primeira vez era realmente lindo, e ao mesmo tempo triste. Ela de fato não sabia o que deveria sentir, era algo muito confuso. Tentou descer do veiculo e acabou se trancando no cinto de segurança, em seguida com certa dificuldade finalmente livrou-se, e saindo do veiculo andou até a ponta da estrutura de madeira com certo receio e então aguardou por alguns instantes observando até o astro cintilante sumir por completo deixando um rastro rubro no céu e uma lagrima solitária em seu rosto.

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